quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Tudo tem um começo...quiçá um fim


Pensa num momento em que sentiste que a tua vida fazia sentido.
Algo tão importante que quisesses rever.
Pensa nele como se tivesses a revivê-lo.
Sente a leve brisa desse dia.
Atinge o calor e frio, ou até os odores que constituiam o meio que te envolviam.
Só assim conseguirás perceber o quão a vida é efémera.

É este blog nada mais do que um diário de bordo, cuja incerteza do futuro, tristeza presente e saudade do passado são nada mais do que simples gestos do destino. Peões ao dispor de um ser mais alto, leal ou infiel, que dá e tira para seu simples capricho.
Que Pai criador retira dos seus, sem exitar, tudo o que têm?
Sobram sonhos. Os sonhos. A única pertence realmente nossa, onde podemos criar tudo aquilo que o Pai não nos dá. São nossos eternamente, até que o nosso ultimo inspirar tome o seu protagonismo e passêmos a ser nada mais que pó.
Acredito e entendo que em nada a morte é mais trágica que o próprio viver, aliás, em tudo tem semelhanças. Durante a nossa vida e após a nossa morte, somos alimento de vermes e parasitas que se aproveitam de nós para subsistir e criar a sua própria fortuna. Lixo de uma sociedade de escárnio e mal-dizer que se mascára de cordeiro pobre e inofensivo.

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